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5 causas da Doença Cardíaca Isquêmica no Brasil

SAÚDE

5 causas da Doença Cardíaca Isquêmica no Brasil. As doenças cardiovasculares são uma das principais causas de morte em todo o mundo. No Brasil, a doença isquêmica do coração é uma das principais causas de mortalidade, afetando milhões de pessoas.

É fundamental entender as causas e fatores de risco associados a essa condição para prevenir e tratar de forma eficaz. Neste artigo, vamos explorar as 5 principais causas da doença cardíaca isquêmica no Brasil e discutir estratégias de prevenção. dvulgaki.com.br

Pontos Principais

  • Entender as causas da doença cardíaca isquêmica
  • Identificar os fatores de risco associados
  • Discutir estratégias de prevenção eficazes
  • Explorar as principais causas no contexto brasileiro
  • Promover a saúde cardiovascular

O que é a Doença Cardíaca Isquêmica?

Entender a doença cardíaca isquêmica é fundamental para prevenir e tratar essa condição que é uma das principais causas de morte no Brasil. A doença cardíaca isquêmica ocorre quando há uma redução ou interrupção do fluxo sanguíneo para o coração, geralmente devido à obstrução das artérias coronárias.

Definição e mecanismos da cardiopatia isquêmica

A cardiopatia isquêmica é uma condição em que o coração não recebe suficiente sangue e oxigênio, levando a sintomas como dor no peito (angina) ou infarto agudo do miocárdio. Essa condição é frequentemente resultado da aterosclerose, que é o acúmulo de placas de gordura nas artérias coronárias.

Principais manifestações clínicas

As manifestações clínicas da cardiopatia isquêmica podem variar, mas geralmente incluem:

  • Dor no peito ou desconforto (angina)
  • Falta de ar
  • Infarto agudo do miocárdio

5 causas da Doença Cardíaca Isquêmica no Brasil. Angina estável e instável

A angina estável ocorre geralmente durante o esforço físico e é aliviada com o repouso. Já a angina instável é mais grave, ocorrendo mesmo em repouso, e pode ser um sinal de alerta para um infarto iminente. rsp.fsp.usp.br

Infarto agudo do miocárdio

O infarto agudo do miocárdio é uma emergência médica que ocorre quando o fluxo sanguíneo para uma parte do coração é bloqueado por um período prolongado, causando dano ao músculo cardíaco.

CondiçãoDescriçãoSintomas
Angina EstávelOcorre durante o esforço físicoDor no peito que melhora com repouso
Angina InstávelOcorre mesmo em repousoDor no peito severa e prolongada
Infarto Agudo do MiocárdioBloqueio prolongado do fluxo sanguíneoDor no peito severa, falta de ar, sudorese

Panorama da Cardiopatia Isquêmica no Brasil

A cardiopatia isquêmica representa um desafio significativo para a saúde pública no Brasil. Com taxas de mortalidade significativas, é crucial entender as estatísticas atuais e tendências para planejar intervenções eficazes.

Estatísticas atuais e tendências

De acordo com dados recentes, a doença isquêmica do coração é uma das principais causas de morte no Brasil. As estatísticas mostram uma tendência crescente na incidência de casos, especialmente entre a população adulta.

Impacto socioeconômico da doença

O impacto socioeconômico da cardiopatia isquêmica é substancial, afetando não apenas a saúde individual, mas também a economia e a sociedade como um todo. Os custos associados ao tratamento e à perda de produtividade são significativos.

5 causas da Doença Cardíaca Isquêmica no Brasil

Distribuição regional dos casos

A distribuição regional da cardiopatia isquêmica no Brasil não é uniforme. Algumas regiões apresentam taxas de incidência mais elevadas devido a fatores como estilo de vida e acesso a cuidados de saúde.

RegiãoTaxa de IncidênciaMortalidade
Nordeste25%15%
Sudeste30%20%
Sul20%12%

Essas estatísticas destacam a necessidade de políticas de saúde pública direcionadas e eficazes para combater a cardiopatia isquêmica no Brasil.

Causa 1: Tabagismo como Fator de Risco Principal

O tabagismo é um fator de risco major para doenças cardíacas, incluindo a cardiopatia isquêmica. É fundamental entender como esse hábito afeta o sistema cardiovascular e quais são as estratégias eficazes para reduzir sua prevalência no Brasil.

Como o tabagismo afeta o sistema cardiovascular

O tabagismo danifica o sistema cardiovascular de várias maneiras. Lesão endotelial é um dos mecanismos principais, onde as substâncias químicas presentes no cigarro prejudicam a camada interna dos vasos sanguíneos.

Mecanismos de lesão endotelial

A lesão endotelial ocorre devido à exposição a substâncias tóxicas presentes no cigarro, levando a uma disfunção endotelial. Isso resulta na redução da capacidade dos vasos de se dilatar adequadamente.

Efeitos da nicotina e monóxido de carbono

A nicotina e o monóxido de carbono são dois componentes nocivos do cigarro. A nicotina aumenta a frequência cardíaca e a pressão arterial, enquanto o monóxido de carbono reduz a capacidade do sangue de transportar oxigênio.

Estatísticas de tabagismo no Brasil

O Brasil tem feito progressos na redução das taxas de tabagismo, mas ainda enfrenta desafios significativos. De acordo com dados recentes, milhões de brasileiros continuam a fumar.

Estratégias para abandonar o cigarro

Existem várias estratégias eficazes para parar de fumar, incluindo terapias de reposição de nicotina, aconselhamento e apoio psicológico. É crucial que os fumantes tenham acesso a esses recursos para ajudá-los a superar o vício.

Causa 2: Hipertensão Arterial e seu Impacto Cardiovascular

A hipertensão arterial não controlada pode levar a complicações graves, como a cardiopatia isquêmica. É fundamental entender os mecanismos pelos quais a hipertensão afeta o sistema cardiovascular e as estratégias para controlar a pressão arterial.

Mecanismos da hipertensão na cardiopatia isquêmica

A hipertensão arterial aumenta a carga de trabalho do coração, levando a uma maior demanda de oxigênio. Com o tempo, isso pode resultar em danos ao músculo cardíaco e aumentar o risco de cardiopatia isquêmica.

Prevalência da hipertensão na população brasileira

A hipertensão é uma condição comum no Brasil, afetando uma parcela significativa da população. Estudos indicam que a prevalência da hipertensão aumenta com a idade e está associada a outros fatores de risco cardiovascular.

Controle da pressão arterial

O controle da pressão arterial é crucial para prevenir complicações cardiovasculares. Isso pode ser alcançado por meio de mudanças no estilo de vida e, quando necessário, com o uso de medicamentos anti-hipertensivos.

Medicamentos anti-hipertensivos

Os medicamentos anti-hipertensivos são uma ferramenta eficaz no controle da pressão arterial. Eles incluem várias classes de medicamentos que atuam de diferentes maneiras para reduzir a pressão arterial.

Mudanças no estilo de vida

Mudanças no estilo de vida, como uma dieta saudável, redução do consumo de sal, aumento da atividade física e cessação do tabagismo, são fundamentais para o controle da hipertensão.

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O controle eficaz da hipertensão arterial requer uma abordagem multifacetada que inclui tanto mudanças no estilo de vida quanto, quando necessário, o uso de medicamentos. Ao entender os mecanismos da hipertensão e implementar estratégias de controle, podemos reduzir significativamente o risco de cardiopatia isquêmica e outras doenças cardiovasculares.

Causa 3: Colesterol Elevado e Aterosclerose

O colesterol elevado é um dos principais fatores de risco para a aterosclerose e cardiopatia isquêmica. A aterosclerose ocorre quando o colesterol alto leva à formação de placas nas artérias, restringindo o fluxo sanguíneo para o coração.

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Como o colesterol contribui para a doença

O colesterol elevado contribui para a formação de placas ateroscleróticas nas artérias coronárias. Isso pode levar a uma redução do fluxo sanguíneo para o coração, resultando em dor no peito (angina) ou, em casos graves, infarto do miocárdio.

Níveis ideais de colesterol e triglicerídeos

Manter níveis ideais de colesterol e triglicerídeos é crucial. Os níveis recomendados são: colesterol total abaixo de 190 mg/dL, LDL (colesterol ruim) abaixo de 100 mg/dL, e triglicerídeos abaixo de 150 mg/dL.

Estratégias para controle lipídico

Para controlar o colesterol, é essencial adotar uma alimentação saudável, rica em frutas, vegetais e grãos integrais. Além disso, o tratamento medicamentoso pode ser necessário em alguns casos.

Tratamento medicamentoso

Medicamentos como estatinas são frequentemente prescritos para reduzir os níveis de LDL.

Alimentação para controle do colesterol

Uma dieta rica em fibras solúveis, encontrada em alimentos como aveia e frutas, pode ajudar a reduzir o colesterol. Além disso, evitar gorduras saturadas e trans é fundamental.

Causa 4: Diabetes Mellitus e Risco Cardiovascular

A relação entre diabetes mellitus e risco cardiovascular é complexa e multifacetada. O diabetes mellitus é uma condição crônica que não só afeta o metabolismo da glicose, mas também tem implicações significativas na saúde cardiovascular.

Relação entre diabetes e cardiopatia isquêmica

O diabetes mellitus aumenta o risco de desenvolver cardiopatia isquêmica devido à sua capacidade de danificar os vasos sanguíneos e os nervos que controlam o coração. Além disso, pacientes diabéticos frequentemente apresentam outros fatores de risco cardiovascular, como hipertensão e dislipidemia.

Controle glicêmico e saúde do coração

O controle glicêmico rigoroso é fundamental para prevenir complicações cardiovasculares em pacientes diabéticos. Isso pode ser alcançado através de uma combinação de medicamentos, dieta saudável e atividade física regular.

Abordagem integrada para pacientes diabéticos

Uma abordagem integrada que inclui monitoramento regular, educação do paciente e tratamento personalizado é essencial para gerenciar o diabetes mellitus e reduzir o risco cardiovascular.

Monitoramento e prevenção de complicações

O monitoramento regular da glicemia, pressão arterial e perfil lipídico é crucial. Além disso, estratégias de prevenção de complicações, como a vacinação contra gripe e pneumococo, são recomendadas.

Tratamentos disponíveis no SUS

No Sistema Único de Saúde (SUS), estão disponíveis vários tratamentos para diabetes mellitus, incluindo medicamentos orais e insulina. Além disso, programas de educação em saúde e acompanhamento nutricional são oferecidos.

TratamentoDescriçãoDisponibilidade no SUS
Medicamentos oraisUtilizados para controlar a glicemiaSim
InsulinaUtilizada para controlar a glicemia em casos mais gravesSim
Programas de educação em saúdeEducação para pacientes sobre manejo do diabetesSim
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Causa 5: Sedentarismo e Obesidade

O sedentarismo e a obesidade são fatores de risco significativos para a cardiopatia isquêmica no Brasil. Um estilo de vida sedentário, caracterizado pela falta de atividade física regular, contribui para o desenvolvimento de condições adversas à saúde cardiovascular.

Impacto do estilo de vida no coração

O estilo de vida tem um impacto profundo na saúde cardiovascular. A inatividade física e o excesso de peso aumentam a pressão arterial, os níveis de colesterol ruim e o risco de desenvolver diabetes tipo 2, todos fatores que contribuem para a cardiopatia isquêmica.

Recomendações de atividade física

A atividade física regular é crucial para a prevenção e controle da cardiopatia isquêmica. Recomenda-se pelo menos 150 minutos de atividade aeróbica moderada por semana.

Tipos de exercícios recomendados

Exercícios aeróbicos como caminhada, corrida, natação e ciclismo são recomendados. Atividades de força também são benéficas, especialmente para idosos.

Frequência e intensidade ideais

A frequência ideal é de pelo menos 3 a 5 vezes por semana, com intensidade moderada a vigorosa. É importante começar devagar e aumentar gradualmente a intensidade e duração.

Estratégias para combater o sedentarismo no cotidiano

Para combater o sedentarismo, é essencial incorporar atividade física na rotina diária. Isso pode incluir subir escadas em vez de usar o elevador, caminhar para o trabalho ou realizar tarefas domésticas que exigem movimento.

Fatores de risco para infarto no Brasil: causas da cardiopatia isquêmica e prevenção

Identificar os fatores de risco para cardiopatia isquêmica é fundamental para uma prevenção eficaz. A cardiopatia isquêmica é influenciada por uma combinação de fatores de risco modificáveis e não modificáveis.

Fatores de risco modificáveis e não modificáveis

Os fatores de risco modificáveis incluem tabagismo, hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes mellitus, sedentarismo e obesidade. Já os fatores não modificáveis englobam idade, sexo e histórico familiar de doenças cardíacas. É crucial entender que a modificação dos fatores de risco pode significativamente reduzir a incidência de cardiopatia isquêmica.

Fatores de risco modificáveis:

  • Tabagismo
  • Hipertensão arterial
  • Colesterol elevado
  • Diabetes mellitus
  • Sedentarismo
  • Obesidade

Grupos de maior risco na população brasileira

Certos grupos da população brasileira apresentam maior risco de desenvolver cardiopatia isquêmica. Isso inclui indivíduos com histórico familiar de doenças cardíacas, aqueles com condições crônicas como diabetes e hipertensão, e pessoas com hábitos de vida pouco saudáveis.

Estratégias de prevenção primária

A prevenção primária envolve intervenções para evitar o desenvolvimento de cardiopatia isquêmica. Isso pode ser alcançado por meio de mudanças no estilo de vida e controle de fatores de risco.

Programas de saúde pública

Os programas de saúde pública desempenham um papel crucial na prevenção da cardiopatia isquêmica. Eles promovem educação em saúde, campanhas de conscientização e intervenções comunitárias.

Acompanhamento médico preventivo

O acompanhamento médico regular é vital para a detecção precoce e manejo de fatores de risco. Isso inclui check-ups regulares e monitoramento de condições de saúde.

A prevenção da cardiopatia isquêmica é uma tarefa multifacetada que requer a colaboração de indivíduos, comunidades e sistemas de saúde. Ao entender e abordar os fatores de risco, podemos reduzir significativamente a incidência de infartos no Brasil.

Sintomas da Cardiopatia Isquêmica: Como Identificar

Reconhecer os sinais de alerta da cardiopatia isquêmica pode salvar vidas. Os sintomas da cardiopatia isquêmica podem variar entre indivíduos, mas existem alguns sinais comuns que devem ser identificados rapidamente para um atendimento eficaz.

Sinais de alerta para infarto

Os sinais de alerta para infarto incluem dor no peito, que pode se irradiar para os braços, pescoço, mandíbula ou costas. Além disso, sintomas como falta de ar, náusea, tontura e fadiga extrema também são indicativos de um possível infarto.

Diferenças nos sintomas entre homens e mulheres

É importante notar que os sintomas de cardiopatia isquêmica podem diferir entre homens e mulheres. Enquanto os homens geralmente apresentam dor no peito, as mulheres podem experimentar sintomas mais sutis, como dor nas costas, náusea e fadiga.

Quando procurar atendimento de emergência

Se você ou alguém próximo está experimentando sintomas de infarto, é crucial procurar atendimento de emergência imediatamente. O tempo é fundamental nesse caso.

Protocolos de atendimento no Brasil

No Brasil, os protocolos de atendimento para casos de infarto incluem a ativação do serviço de emergência através do número 192. Os pacientes são então avaliados e direcionados para unidades de saúde capacitadas para lidar com emergências cardiovasculares.

Tempo ideal para intervenção

O tempo ideal para intervenção em casos de infarto é o mais breve possível. Quanto mais rápido o atendimento, maiores as chances de recuperação.

Ao entender e reconhecer os sintomas da cardiopatia isquêmica, podemos agir rapidamente e salvar vidas. É fundamental estar atento a qualquer sinal de alerta e buscar ajuda médica sem hesitação.

Diagnóstico da Doença Cardíaca Isquêmica

O diagnóstico da doença cardíaca isquêmica é um processo multifacetado que envolve vários exames médicos. Um diagnóstico preciso é fundamental para o tratamento adequado e para reduzir o risco de complicações.

Exames disponíveis no Brasil

No Brasil, vários exames estão disponíveis para diagnosticar a cardiopatia isquêmica. Entre eles, destacam-se:

Eletrocardiograma e teste ergométrico

O eletrocardiograma (ECG) é um exame não invasivo que registra a atividade elétrica do coração. O teste ergométrico, também conhecido como teste de esforço, avalia a resposta do coração ao exercício físico.

Exames de imagem e laboratoriais

Exames de imagem como a ecocardiografia e a angiografia coronária fornecem informações detalhadas sobre a estrutura e função do coração. Exames laboratoriais, incluindo perfil lipídico e marcadores de inflamação, ajudam a identificar fatores de risco e a monitorar a progressão da doença.

ExameDescriçãoUtilidade no Diagnóstico
EletrocardiogramaRegistro da atividade elétrica do coraçãoIdentifica arritmias e isquemia
Teste ErgométricoAvaliação da resposta do coração ao exercícioDetecta isquemia induzida por esforço
EcocardiografiaImagem do coraçãoAvalia função cardíaca e detecta anormalidades

Interpretação dos resultados

A interpretação dos resultados dos exames é crucial para o diagnóstico preciso. Um cardiologista analisa os dados para determinar a presença e gravidade da cardiopatia isquêmica.

Acesso ao diagnóstico no sistema público e privado

No Brasil, tanto o sistema público de saúde (SUS) quanto os serviços de saúde privados oferecem acesso a exames diagnósticos. A escolha entre os sistemas depende das necessidades individuais e das opções de cobertura de saúde.

Tratamento da Cardiopatia Isquêmica: Opções Disponíveis

Existem várias opções de tratamento disponíveis para pacientes com cardiopatia isquêmica, incluindo medicamentos e procedimentos invasivos.

Tratamentos Medicamentosos

Os medicamentos desempenham um papel crucial no manejo da cardiopatia isquêmica. Eles ajudam a controlar os sintomas e a prevenir complicações.

Antiagregantes Plaquetários

Os antiagregantes plaquetários, como a aspirina, são usados para prevenir a formação de coágulos sanguíneos.

Estatinas e Outros Medicamentos

As estatinas são eficazes na redução do colesterol ruim (LDL), enquanto outros medicamentos podem ser usados para controlar a pressão arterial e os triglicerídeos.

Procedimentos Invasivos

Quando os medicamentos não são suficientes, procedimentos invasivos podem ser necessários.

Angioplastia e Stents

A angioplastia é um procedimento que envolve a inserção de um cateter com um balão que é inflado para abrir a artéria obstruída. Um stent pode ser colocado para manter a artéria aberta.

Cirurgia de Revascularização Miocárdica

A cirurgia de revascularização miocárdica é uma opção para pacientes com doença coronária grave, envolvendo a criação de uma rota alternativa para o fluxo sanguíneo.

Reabilitação Cardíaca

A reabilitação cardíaca é um programa que combina exercícios supervisionados, educação e apoio para ajudar os pacientes a se recuperarem de eventos cardíacos e melhorar sua saúde cardiovascular.

Opção de TratamentoDescriçãoBenefícios
MedicamentosControle de sintomas e prevenção de complicaçõesRedução de risco de infarto, melhoria da qualidade de vida
Angioplastia e StentsAbertura de artérias obstruídasRestauração do fluxo sanguíneo, alívio de sintomas
Cirurgia de RevascularizaçãoCriação de rota alternativa para fluxo sanguíneoMelhoria da circulação, redução de sintomas
Reabilitação CardíacaPrograma de exercícios e educaçãoRecuperação pós-evento cardíaco, melhoria da saúde cardiovascular

Conclusão

A cardiopatia isquêmica é uma condição grave que afeta significativamente a saúde cardiovascular da população brasileira. Ao longo deste artigo, discutimos as cinco principais causas dessa doença: tabagismo, hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes mellitus e sedentarismo associado à obesidade.

É fundamental implementar estratégias de prevenção e tratamento para reduzir a incidência e o impacto dessa condição. Adotar um estilo de vida saudável, que inclui uma dieta equilibrada, atividade física regular e evitar o tabagismo, é crucial para a prevenção de doenças cardiovasculares e promoção da saúde do coração.

A conscientização sobre os fatores de risco e a importância do diagnóstico precoce também desempenha um papel vital na redução da morbidade e mortalidade associadas à cardiopatia isquêmica. Portanto, é essencial que tanto os profissionais de saúde quanto a população em geral estejam informados e engajados na prevenção e manejo dessa condição.

FAQ

O que é a doença cardíaca isquêmica?

A doença cardíaca isquêmica é uma condição em que o coração não recebe suficiente sangue e oxigênio, levando a sintomas como dor no peito (angina) ou infarto.

Quais são as principais causas da doença cardíaca isquêmica no Brasil?

As principais causas incluem tabagismo, hipertensão arterial, colesterol elevado, diabetes mellitus e sedentarismo associado à obesidade.

Como o tabagismo afeta o sistema cardiovascular?

O tabagismo danifica o sistema cardiovascular de várias maneiras, aumentando o risco de cardiopatia isquêmica.

Qual é o impacto da hipertensão arterial na cardiopatia isquêmica?

A hipertensão arterial não controlada pode levar a complicações cardiovasculares graves, aumentando o risco de cardiopatia isquêmica.

Como controlar os níveis de colesterol para prevenir a cardiopatia isquêmica?

É possível controlar os níveis de colesterol através de dieta e tratamento medicamentoso, reduzindo o risco de formação de placas nas artérias.

Qual é a relação entre diabetes mellitus e cardiopatia isquêmica?

O diabetes mellitus é uma condição que requer manejo cuidadoso para prevenir complicações cardiovasculares, incluindo a cardiopatia isquêmica.

Como um estilo de vida sedentário e a obesidade aumentam o risco de cardiopatia isquêmica?

Um estilo de vida sedentário e a obesidade aumentam o risco de cardiopatia isquêmica, tornando importante promover a atividade física regular e hábitos saudáveis.

Quais são os sintomas da cardiopatia isquêmica e como identificá-los?

Os sintomas incluem dor no peito (angina) e infarto. É crucial entender as diferenças nos sintomas entre homens e mulheres para um atendimento rápido e eficaz.

Quais são as opções de tratamento disponíveis para a cardiopatia isquêmica?

O tratamento pode envolver medicamentos, procedimentos invasivos e reabilitação cardíaca, sendo crucial entender as opções disponíveis para um manejo eficaz.

Como prevenir a cardiopatia isquêmica?

A prevenção envolve identificar e controlar os fatores de risco modificáveis, como tabagismo, hipertensão, colesterol elevado, diabetes e sedentarismo, além de promover hábitos de vida saudáveis.

Qual é a importância do diagnóstico precoce da cardiopatia isquêmica?

O diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento adequado e para reduzir a incidência de complicações cardiovasculares graves.

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